Armando Andrade de Menezes
Ocupante da Cadeira Nº 30, de Araripe Junior.
A literatura brasileira perde Armando de Menezes. Vivemos a época de aniquilamento do idioma nacional, ou seja, falar errado e escrever errado tornou-se regra. Usar a norma culta é uma agressão a uma sociedade que não respeita o idioma nacional. Os alunos leem mal, escrevem pessimamente, não aceitam a ideia de conciliar as redes sociais com o hábito da leitura.
Armando foi o mestre na arte da palavra. De estilo refinado, sua lavra muita lembra Rubem Braga, Fernando Sabibo. Mas, já diz o senso comum, vai o homem e fica a obra.
Francisco Calheiros - AIL

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