sábado, 23 de dezembro de 2017

Galeria de Artes Terezinha Peixoto, em 2018 volta a cena da cultura itacoatiarense.



Em 2018, a Galeria de Artes Terezinha Peixoto, volta a cena da cultura itacoatiarense. Desta vez no 2º pavimento do palacete histórico da Academia Itacoatiarense de Letras, localizado em frente a Capela de São Francisco, com exposições de antiquários, obras de arte e o retorno do projeto Cinema na Praça entre outros.


A Galeria funcionou durante longos anos na antiga Casa histórica da família Auzier, de propriedade do Sr. Moyses Israel. Com a venda da casa para o SESC, tivemos que encerrar as atividades, até encontrarmos um novo lugar, com o perfil apropriado para instala-la. E a Academia Itacoatiarense de Letras - AIL, que tem como presidente o historiador Frank Chaves e que também é o responsável pela Galeria Terezinha Peixoto, fez parceria com a AIL, para abrigar a Galeria no seu segundo pavimento e interagir sua atividades com as da Academia. Dando um grande ganho a fruição da cultura itacoatiarense no prédio histórico da AIL.


A Galeria vai funcionar no novo endereço, sito a rua Rui Barbosa, 419 - Centro, em frente a Capela de São Francisco, no horário integrado com o horário de funcionamento da Academia Itacoatiarense de Letras - AIL, que é parceira da Galeria, de 8h as 12h e de 14h as 17h, apartir de fevereiro de 2018. Será um espaço aberto e gratuito a comunidade. E estará aberto a artistas, artesões, pesquisadores, mestres da cultura popular e ao publico em geral para visitas!

Faremos um evento de reabertura que será noticiado nas redes sociais e imprensa local, sobre o dia e horário exato do evento. E toda comunidade itacoatiarense já está previamente convidada.


Terezinha Edna Peixoto, foi uma grande pesquisadora e incentivadora da cultura popular e das tradições itacoatiarenses, além de ter notável experiencia na produção de eventos culturais. Foi administradora por muito tempo, da Galeria Marina Penalber, onde atendia a todos com sua notória educação e delicadeza. Sua morte súbita, deixou de certa forma a classe artística local um pouco órfão de seus conselhos e conhecimentos, fator preponderante para homenagearmos com o seu nome a nossa Galeria, que tem muito daquilo que a Terezinha buscava, o resgate da historia e das tradições do povo itacoatiarense, por isso é importante você conhecer esse interessante ambiente.

Em 2009, com a fundação da Academia Itacoatiarense de Letras - AIL, os seus membros por unanimidade a escolheram dentre os mais importantes ícones da cultural itacoatiarense. para compor a plêiade de homenageados imortais da entidade, tornado-se patrona da cadeira nº 13, hoje ocupada pelo acadêmico Carlos Augusto Barros. Um dos fortes motivos para abrigar a Galeria Terezinha Peixoto.


Exposição de artesanato de palha de tucumã entre outros


Atendimento a pesquisas escolares e turistas


Minimuseu com antiquários da sociedade itacoatiarense


Visita do nadador inglês que atravessou o Rio Amazonas da nascente a sua foz, entre outros movimentos culturais, sociais e visitantes notáveis!


Exposição do variado artesanato local


Exposição permanente de artefatos da arqueologia local


Exposições de obras de arte dos artistas plásticos locais


Volta do Projeto Cinema na Praça

O projeto Cinema na Praça, desta vez não vai ter um lugar permanente, vai se apresentar na Orla da cidade como antes, mas de forma esporádica. Desta vez vai ser mais itinerante. Com projeção para percorrer todos os bairros da cidade e possivelmente algumas comunidade rurais.

Isso tudo e muito mais teremos a grata satisfação de proporcionar aos admiradores da arte e da cultura regional. Também será aberto o espaço para a participação e apresentação dos novos talentos da musica, da literatura, poesia, das artes plasticas, teatro, dança e de todas as vertentes da cultura regional.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Francisco Gomes, lança livro sobre a Fundação de Itacoatiara em grande estilo na Casa da Cultura.

O lançamento do livro Fundação de Itacoatiara, do historiador Francisco Gomes da Silva, contou com a participação da nata da sociedade itacoatiarense. Estiveram presentes empresários, alunos, professores, poetas, escritores, cantores, músicos, artistas, artesãos e demais membros da comunidade itacoatiarense. Além de um considerável público, que lotou as dependências da Casa da Cultura, tanto que ainda ficaram pessoas para o lado de fora assistindo as apresentações que antecederam a apresentação do autor da obra: Fundação de Itacoatiara 330 anos. O prefeito Antônio Peixoto, fez a abertura do evento e saldou o escritor Francisco Gomes e o público presente, também estiveram presentes os vereadores A.I .Neto e Jhonilson Mendes, o Delegado Paulo Barros, Moisaniel da Rede Amazônica, como a equipe do Amazonsat, o Dr. Euler Ribeiro, o bispo Dom José Ionilton, o escritor Almir Barros, Reinaldo Souza da SEDUC, o diretor da Escola Maria Ivone Prof. Alexandre Rocha, Prof. Salomão Barros, Sr. José Batista e a Sra. Lia Vasconcelos, Sr. Silvio Joelson e esposa, Sr. Getúlio Lima, Raimundo Gomes e sua esposa Mariazinha, Sr. Raimundo José Vasconcelos e esposa e irmã de Francisco Gomes, Dr. Gláucio Alencar e Dr. Camilo Onety entre outros. Os membros da Academia Itacoatiarense de Letras: Presidente Frank Chaves, Vice-presidente Dr. Raimundo Silva, Rafael Neves, Carlos Barros, Claudemilson Oliveira, Antonio Valdiney, Thyrso Munoz e Guilherme Fernandes, os secretários de Cultura Cleutemberg Pantoja, Gracimira da Finanças e Genildo Oliveira da Assistência Social. O evento foi animado pelo maestro Ely Pereira, sua esposa Katiane e pelo Aldemir do Sax que fizeram um show a parte. Na ocasião foi servido um delicioso coquetel, momento em que o autor, passou a receber os cumprimentos dos amigos e passou a autografar a obra para os presentes. O evento aconteceu nesta sexta (01/12) na Casa da Cultura e foi promovido pela Prefeitura de Itacoatiara, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo – SEMCTUR. E contou com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

A Academia Itacoatiarense de Letras, convida para o Lançamento do Livro QUINTAL, UM LUGAR PARA SER FELIZ, da escritora amazonense Ana Peixoto.


Participe! leve seu filho, sua filha e adquira a obra e receba o autógrafo da autora Ana Maria Souza Peixoto.

Data: Dia 04 de novembro de 2017 (sábado)
Local: Câmara Municipal de Itacoatiara
Endereço: Avenida Parque - Iracy
Horário: 10h

domingo, 3 de setembro de 2017

Bispo Don José Ionilton visita a Academia Itacoatiarense de Letras

Nesta sexta 01 de setembro, recebemos a visita do Bispo Don José Ionilton, que veio conhecer a Academia Itacoatiarense de Letras. Tivemos a honra de receber a visita do nosso bispo Dom José Ionilton. Simpaticíssimo, carismático e muito atencioso e prestativo! Nossa cidade ganhou muito com sua vinda para cá! Fizemos um acordo de parceria informal com a Prelazia na divulgação e realização de nossos eventos culturais. Foi uma tarde muito agradável, conversamos sobre diversos temas, sobre cultura, história e religião. Ele transmite uma humildade, serenidade e paz incrível. Mas também demonstrou - se muito simpático as causas sociais e as lutas pela democracia e pelos direitos do cidadão. Em vários aspectos lembra do estilo Don Jorge. Agradeço também aos acadêmicos: Ester Figueiredo Araujo Araujo, Antonio Valdinei, Sílvia Aranha e Guilherme Fernandes, por estarem presentes recepcionando nosso emérito bispo.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Academia Itacoatiarense de Letras de Portas Abertas



Academia Itacoatiarense de Letras - AIL, recebeu nesta terça-feira 22 de agosto, a visita de alunos e professores da Escola Estadual José Carlos Mestrinho, que foram conhecer o espaço, sua história, a história de seus membros e como funciona a instituição. E ficou a cargo do presidente Frank Chaves, fazer as honras da casa e mostrar a casa para o alunado curioso sobre a história da Academia, sobre a biografia de seus membros e o papel que ela exerce a sociedade itacoatiarense!




A Academia Itacoatiarense de Letras, está de portas abertas de segunda a sexta, de 8h às 12h e de 14h ás 17h para a comunidade e sempre recebe a visita de alunos, professores, pesquisadores, intelectuais, turistas, curiosos, e pessoas comuns do povo, todos interessados em conhecer a nossa Academia, quem são os seus membros, para que serve e com ela funciona.


Após a visita, alunos e professores saem da instituição com uma outra visão da instituição, e sempre, entre os alunos e visitantes, surgem interessados em saber mais sobre a entidade. Alguns até se colocam a disposição para serem voluntários de nossa academia.


Em nome dos demais membros da AIL, agradecemos a visita dos professores e alunos da Escola Estadual José Carlos Martins Mestrinho, pela visita empolgante visita a nossa casa, que estará sempre de portas abertas para todos e a serviço da cultura itacoatiarense!


Frank Queiroz Chaves
Presidente da AIL

domingo, 20 de agosto de 2017

19 de agosto - Dia do artista do teatro, dia mundial da fotografia e dia nacional do ciclismo


128º Aniversário de Cora Coralina - Homenagem da Academia Itacoatiarense de Letras


Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, adotou o pseudônimo de Cora Coralina, era filha de Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto, desembargador nomeado por D. Pedro II, e de dona Jacyntha Luiza do Couto Brandão. Ela nasceu e foi criada às margens do Rio Assunção. Estima-se que essa casa foi construída em meados do século XVIII, tendo sido uma das primeiras edificações da antiga Vila Boa (Goiás).

Começou a escrever os seus primeiros textos aos 14 anos, publicando-os posteriormente nos jornais da cidade de Goiânia, e nos jornais de outras cidades, como constitui exemplo o semanário "Folha do Sul" da cidade goiana de Bela Vista e nos periódicos de outros rincões, assim como a revista A Informação Goiana do Rio de Janeiro, que começou a ser editada a 15 de julho de 1917. Apesar da pouca escolaridade, uma vez que cursou somente as primeiras quatro séries, com a Mestra Silvina (Mestre-Escola Silvina Ermelinda Xavier de Brito (1835 - 1920)). Conforme Assis Brasil, na sua antologia "A Poesia Goiana no Século XX" (Rio de Janeiro: IMAGO Editora, 1997, página 66), "a mais recuada indicação que se tem de sua vida literária data de 1907, através do semanário 'A Rosa', dirigido por ela própria e mais Leodegária de Jesus, Rosa Godinho e Alice Santana." Todavia, constam trabalhos seus nos periódicos goianos antes dessa data. É o caso da crônica "A Tua Volta", dedicada 'Ao Luiz do Couto, o querido poeta gentil das mulheres goianas', estampada no referido semanário "Folha do Sul", da cidade de Bela Vista, ano 2, n. 64, p. 1, 10 de maio de 1906. No jornal Tribuna Espírita - Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1905.

Ao tempo em que publica essa crônica, ou um pouco antes, Cora Coralina começa a frequentar as tertúlias do "Clube Literário Goiano", situado em um dos salões do sobrado de dona Virgínia da Luz Vieira. Que lhe inspira o poema evocativo "Velho Sobrado". Quando começa então a redigir para o jornal literário "A Rosa" (1907). Publicou, nessa fase, em 1910, o conto Tragédia na Roça.

Em 1911, foi para o estado de São Paulo com o advogado Cantídio Tolentino de Figueiredo Bretas, que exercia o cargo de Chefe de Polícia, equivalente ao de secretário da Segurança, do governo do presidente Urbano Coelho de Gouvêa - 1909 - 1912, onde viveu durante 45 anos, inicialmente no município de Jaboticabal onde nasceram seus seis filhos: Paraguaçu, Eneas, Cantídio, Jacyntha, Ísis e Vicência. Ísis e Eneas morreram logo depois de nascer. Em 1924, mudou para São Paulo. Ao chegar à capital, teve de permanecer algumas semanas trancada num hotel em frente à Estação da Luz, uma vez que os revolucionários de 1924 haviam parado a cidade.

Em 1930, presenciou a chegada de Getúlio Vargas à esquina da rua Direita com a Praça do Patriarca. Seu filho Cantídio participou da Revolução Constitucionalista de 1932.

Com a morte do marido, passou a vender livros. Posteriormente, mudou-se para Penápolis, no interior do estado, onde passou a produzir e vender linguiça caseira e banha de porco. Mudou-se em seguida para Andradina, cidade que atualmente, mantém uma casa da cultura com seu nome, em homenagem. Em 1956, retorna a Goiás.

Ao completar 50 anos, a poetisa relata ter passado por uma profunda transformação interior, a qual definiria mais tarde como "a perda do medo". Nessa fase, deixou de atender pelo nome de batismo e assumiu o pseudônimo que escolhera para si muitos anos atrás. Durante esses anos, Cora não deixou de escrever poemas relacionados com a sua história pessoal, com a cidade em que nascera e com ambiente em que fora criada. Ela chegou ainda a gravar um LP declamando algumas de suas poesias. Lançado pela gravadora Paulinas Comep, o disco ainda pode ser encontrado hoje em formato CD.

Cora Coralina faleceu em Goiânia, de pneumonia. A sua casa na Cidade de Goiás foi transformada num museu em homenagem à sua história de vida e produção literária.

Primeiros passos literários

Os elementos folclóricos que faziam parte do cotidiano de Ana serviram de inspiração para que aquela frágil mulher se tornasse a dona de uma voz inigualável e sua poesia atingisse um nível de qualidade literária jamais alcançado até aí por nenhum outro poeta do Centro-Oeste brasileiro.

Senhora de poderosas palavras, Ana escrevia com simplicidade e seu desconhecimento acerca das regras da gramática contribuiu para que sua produção artística priorizasse a mensagem ao invés da forma. Preocupada em entender o mundo no qual estava inserida, e ainda compreender o real papel que deveria representar, Ana parte em busca de respostas no seu cotidiano, vivendo cada minuto na complexa atmosfera da Cidade de Goiás, que permitiu a ela a descoberta de como a simplicidade pode ser o melhor caminho para atingir a mais alta riqueza de espírito.

Divulgação nacional


Foi ao ter a segunda edição (1978) de Poemas dos becos de Goiás e estórias mais, composta e impressa pelas Oficinas Gráficas da Universidade Federal de Goiás, com capa (retratando um dos becos da cidade de Goiás) e ilustrações elaboradas pela consagrada artista Maria Guilhermina, orelha de J.B. Martins Ramos, e prefácio de Oswaldino Marques, saudada por Carlos Drummond de Andrade no Jornal do Brasil, a 27 de dezembro de 1980, que Aninha, já conhecida como Cora Coralina, ganhou a atenção e passou a ser admirada por todo o Brasil. "Não estou fazendo comercial de editora, em época de festas. A obra foi publicada pela Universidade Federal de Goiás. Se há livros comovedores, este é um deles." Manifesta-se, ao ensejo, o vate Drummond.

A primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, seu primeiro livro, foi publicado pela Editora José Olympio em 1965, quando a poetisa já contabilizava 75 anos. Reúne os poemas que consagraram o estilo da autora e a transformaram em uma das maiores poetisas de Língua Portuguesa do século XX. Já a segunda edição, repetindo, saiu em 1978 pela imprensa da UFG. E a terceira, em 1980. Desta vez, pela recém implantada editora da UFG, dentro da Coleção Documentos Goianos.

Onze anos depois da primeira edição de Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, compôs, em 1976, Meu Livro de Cordel. Finalmente, em 1983 lançou Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha (Ed. Global).

Cora Coralina recebeu o título de Doutor Honoris Causa da UFG (1983). E, logo depois, no mesmo ano, foi eleita intelectual do ano e contemplada com o Prêmio Juca Pato da União Brasileira dos Escritores. Dois anos mais tarde, veio a falecer. A 31 de janeiro de 1999, a sua principal obra, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais, foi aclamada através de um seleto júri organizado pelo jornal O Popular, de Goiânia, uma das 20 obras mais importantes do século XX. Enfim, Cora torna-se autora canônica.

AIL - SYLVIA ARANHA DE OLIVEIRA RIBEIRO
Em 2009, na época da fundação da Academia Itacoatiarense de Letras - AIL, os membros fundadores homenagearam a poetisa e escritora CORA CORALINA, tornando-a patrona da cadeira de nº 13, que está sendo ocupada pela acadêmica escritora natural de São Paulo e cidadã itacoatiarense, SYLVIA ARANHA DE OLIVEIRA RIBEIRO.

Em ordem cronológica, as obras de Cora Coralina:


Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais (poesia), 1965 (Editora José Olympio).
Meu Livro de Cordel, (poesia), 1976
Vintém de Cobre - Meias confissões de Aninha (poesia), 1983
Estórias da Casa Velha da Ponte (contos), 1985
Meninos Verdes (infantil), 1986 (póstumo)
Tesouro da Casa Velha (poesia), 1996 (póstumo)
A Moeda de Ouro que o Pato Engoliu (infantil), 1999 (póstumo)
Vila Boa de Goias (poesia), 2001 (póstumo)
O Prato Azul-Pombinho (infantil), 2002 (póstumo)

Referências

BRITTO, Clovis Carvalho (2007). «Um teto todo seu: o itinerário poético-intelectual de Cora Coralina» (PDF). Anais do XII Seminário Nacional Mulher e Literatura e do III Seminário Internacional Mulher e Literatura – Gênero, Identidade e Hibridismo Cultural. Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus/Bahia. Consultado em 21 de agosto de 2016

VARELLA, Ana Maria Ramos Sanchez (2009). «A reescrita, na morte, da experiência de vida». Revista Kairós. Programa de Estudos Pós-Graduados em Gerontologia e Núcleo de Estudos e Pesquisas do Envelhecimento da PUC-SP. Consultado em 21 de agosto de 2016

Infoescola.com http://www.infoescola.com/escritores/cora-coralina/

Enciclopédia Itaú Cultural (s/d). «Verbete "Cora Coralina"». Itaú Cultural. Consultado em 14 de outubro de 2014

Bibliografia

TAHAN, Vicência Bretas. Cora Coragem, Cora Poesia. Global Editora, 1989.

CORALINA, Cora. Villa Boa de Goyaz. Global Editora, 2001.

DENÓFRIO, Darcy França. Cora Coralina - Coleção Melhores Poemas - Global Editora, 2004. Darcy Franca Denofrio

DENÓFRIO, Darcy França; CAMARGO, Goiandira Ortiz de. Cora Coralina: Celebração da Volta. Cânone Editorial, 2006. Darcy Franca Denofrio.

BRITTO, Clóvis Carvalho; SEDA, Rita Elisa. Cora Coralina - Raízes de Aninha. Editora Ideias & Letras, 2011, 2a. edição.









fonte:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cora_Coralina
https://www.youtube.com/watch?v=bxkI3YvVkos
https://www.youtube.com/watch?v=yS6NoNkHIdI

domingo, 13 de agosto de 2017

Aluna da Escola Vital de Mendonça ganha bolsa de intercâmbio no Canadá



A jovem Gabriele Konne Isper, aluna da Escola Estadual Dep. Vital de Mendonça, neste final de semana, ganhou o prêmio Amazonas Bilíngue, sendo a unica aluno do interior do Estado do Amazonas a conquistar o prêmio. 


"Ficamos muito orgulhosos de ter mais uma aluna brilhando para o mundo, esta semana saiu o resultado do Projeto Amazonas Bilíngue, que contemplaria os melhores alunos com o intercambio para o Canada, com todas as despesas pagas pelo Governo do Amazonas, através da SEDUC, e como Itacoatiara foi contemplado com o Projeto, era nosso dever como gestor publico, zelar para que esse projeto desses frutos, com muito estudo e dedicação a nossa aluna Gabriele Konne Isper, a nossa Gabi, aluna mais do que dedicada, foi a unica representante do interior do Estado, juntamente com mais 19 alunos da capital , que ao fim de mais uma turma foram os melhores, Gabi, hoje você nos orgulha, hoje você leva a nossa , a sua Escola alem das fronteiras, para o Canada, Parabéns , em nome de todos que acreditaram em você, sim estudar vale a pena !!! Escola Estadual Deputado Vital de Mendonça. Orgulho de Ser Escola Pública. Parabéns para toda sua família, seus pais e em especial para sua vó, que deve estar muito feliz e orgulhosa" (Eduardo Cesar - Diretor da Escola Vital de Mendonça)


Parabéns a Gabriela pela dedicação e notável empenho nos estudos, Parabéns aos seus pais pelo apoio dispensado e principalmente a Escola Estadual Dep. Vital de Mendonça, celeiro de grandes destaques da educação do Amazonas. Especialmente ao nosso dedicado diretor Prof. Eduardo Cesar, juntamente com todo o seu competente corpo docente e discente pelo êxito alcançado! No conjunto da obra, todos estão de parabéns e a nossa cidade de Itacoatiara é que ganha o mérito, por se destacar dentre as demais cidades do interior, pelo fato de ter sido a única no Amazonas a ganhar o prêmio da bolsa de intercâmbio para o Canadá, que terá todas as despesas pagas pelo Governo do Amazonas. São por fatos como esse que sinto orgulho de ser Itacoatiarense! (Frank Chaves - presidente da Academia Itacoatiarense de Letras) 

Essas são as paisagens que logo, logo, a Gabi estará vendo ao vivo. E passando uma temporada lá, desfrutando dos seus ares, modo de vida, dos seus pontos turísticos, da sua cultura e especialmente da sua língua, onde a Gabriela na prática e in loco, vai expandir os seus conhecimentos. 






PARABÉNS GABI !


sábado, 29 de julho de 2017

O poeta e Profº Rafael Neves e a Profª Elizabeth Coimbra recebem homenagem


O Profº Rafael Neves, é professor da rede estadual de ensino no município de Itacoatiara, poeta e membro da Academia Itacoatiarense de Letras. A Profª Elizabeth Coimbra, é professora aposentada da rede estadual de ensino e atualmente exerce a função Chefe da Casa Civil de Parintins. Foram homenageados pela Feira Interdisciplinar e Literária da Escolas Estaduais de Itacoatiara neste ano de 2017. Todas as escola da rede estadual programaram diversas homenagens para os dois ilustres homenageados, que pelos relevantes serviços prestados a educação e a cultura do município receberam tal reconhecimento.









sábado, 17 de junho de 2017

Homenagem póstuma da AIL ao acadêmico Armando Menezes, membro da Academia Amazonense de Letras

Armando Andrade de Menezes
Ocupante da Cadeira Nº 30, de Araripe Junior.

A literatura brasileira perde Armando de Menezes. Vivemos a época de aniquilamento do idioma nacional, ou seja, falar errado e escrever errado tornou-se regra. Usar a norma culta é uma agressão a uma sociedade que não respeita o idioma nacional. Os alunos leem mal, escrevem pessimamente, não aceitam a ideia de conciliar as redes sociais com o hábito da leitura. 
Armando foi o mestre na arte da palavra. De estilo refinado, sua lavra muita lembra Rubem Braga, Fernando Sabibo. Mas, já diz o senso comum, vai o homem e fica a obra. 


Francisco Calheiros - AIL

sábado, 10 de junho de 2017

Homenagem da Academia Itacoatiarense de Letras a "última flor do Lácio inculta e bela!"


Ela é a “última flor do Lácio, inculta e bela”. Assim é a língua portuguesa, de acordo com a metáfora do autor parnasiano Olavo Bilac.

Lácio, para quem estranhou a palavra, é uma região na Itália onde se falava o latim, língua oficial do Império Romano que foi mãe de outros tantos idiomas, como o francês, o espanhol e o italiano.


A região do Lácio (Lazio), na Itália, berço da derivação do latim que fez nascer a língua portuguesa

A razão do poético apelido é que a filha mais jovem é justamente a língua a qual falamos no Brasil. E, claro, no país de nossos colonizadores, Portugal, e também em Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

Mas há diferenças no modo como falamos no Brasil em relação à forma original do idioma lusitano. O português brasileiro, por exemplo, é extremamente aberto a novas experiências. Como vemos no dia a dia, não há problema algum em “importar” palavras e criar estrangeirismos, ao contrário do que ocorre em Portugal, onde o mouse do PC, por exemplo, é “rato”.

JEITINHO BRASILEIRO (PERO NO MUCHO)


Ao contrário de nossos colonizadores, que torcem o nariz para o palavreado de fora, no Brasil foram adaptados nos últimos 50 anos diversos termos do inglês tais como eram na origem. Alguns exemplos: um dos primeiros, o “xis-salada”(de “cheese“); um dos mais atuais, o e-mail; os serviços contemporâneos de “delivery”; e um termo comum na moda, a “customização” (“custom“).




O estrangeirismo já está devidamente ambientado no cotidiano do brasileiro


E além dessas adaptações, há palavras que saem da boca do brasileiro de um jeito tão natural e íntimo que até parecem coisa nossa, principalmente no universo cultural, gastronomia, moda. Entre eles: show, blockbuster, fashion, cupcake. Já no ambiente corporativo viraram chavões as expressões: “pessoal do marketing”, “temos que atingir o target”, “definir o “briefing”.

EMPOBRECIMENTO DA LÍNGUA OU EVOLUÇÃO?


O pessoal nas redes sociais costuma não perdoar – para o bem ou para o mal. É lá que vemos diariamente como o pessoal se comunica na língua escrita: há o grupo que não perdoa a forma correta de falar, simplificando, abreviando e, não raro, escrevendo errado mesmo (até de forma proposital, como é o caso do “internetês”). Do outro lado, tem aqueles que não perdoam erros grotescos, sofrem de “desilusões ortográfico-amorosas” e costumam policiar os “infratores”.

Em linhas gerais, existe a ideia de que o português está ficando cada vez mais pobre. A verdade é que mesmo a fala coloquial mais grotesca tem aceitação hoje em dia. Exemplo: “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”, parecem completamente erradas, não? Mas o uso da língua popular – mesmo com erros gramaticais – é defendido por diversos autores de referência em educação no Brasil. Tudo para que alguns alunos não sofram do chamado “preconceito linguístico”.

Atualmente, a Língua Portuguesa é falada por mais de 250 milhões de pessoas em todo o mundo, a grande maioria – quase 200 milhões – no Brasil.No dia 10 de junho é comemorado o Dia da Língua Portuguesa. Olavo Bilac, jornalista e poeta brasileiro, membro fundador da Academia Brasileira de Letras, fez um poema dedicado a essa nossa maravilhosa língua:

No dia 5 de Maio de 2017 o Dr. Raimundo Silva, membro efetivo e atual vice-presidente da Academia Itacoatiarense de Letras, na sua rede social facebook, teceu algumas importantes considerações sobre a nossa língua mater, que postamos neste momento em homenagem as comemorações ao dia da Língua Portuguesa.

Dia 5 de maio, é comemorado o dia da língua portuguesa. Aí me vêm as emoções da minha vocação para cultivar a semeadura das belas poesias plantadas no meu coração pelos grandes poetas da literatura romântica e parnasiana brasileira. Neste dia do nosso idioma nacional, rememoro o primoroso poema intitulado "língua portuguesa", do imortal Olavo Bilac, que nos diz:

LÍNGUA PORTUGUESA 
Olavo Bilac

"Última flor do Lácio, inculta e bela, 
És, a um tempo, esplendor e sepultura: 
Ouro nativo, que na ganga impura 
A bruta mina entre os cascalhos vela... 
Amo-te assim, desconhecida e obscura. 
Tuba de alto clangor, lira singela, 
Que tens o trom e o silvo da procela, 
E o arrolo da saudade e da ternura! 
Amo o teu viço agreste e o teu aroma 
De virgens selvas e de oceano largo! 
Amo-te, ó rude e doloroso idioma, 
Em que da voz materna ouvi: "meu filho", 
E em que Camões chorou, no exílio amargo, 
O gênio sem ventura e o amor sem brilho! 

A leitura deste poema fiel ao significado das palavras nele contidas nos leva a uma compreensão de comovente satisfação emocional, a partir da primeira frase do primeiro verso, "última flor do Lácio, inculta e bela", que quer dizer haver sido a língua portuguesa o último idioma do grupo neolatino, que se formou do latim vulgar, originário da região italiana do Lácio, e falado pelos soldados daquela região . Na parte em que o poeta afirma "és a um tempo, esplendor e sepultura", no esplendor entendamos que nascia uma esplêndida nova língua, em continuação ao latim, e a sepultura nos remete ao latim em decadência, até cair em desuso, enquanto a língua portuguesa se afirmava e se expandia naqueles primeiros tempos da sua existência, até os dias atuais, embora não tenha alcançado uma dimensão territorial mundial maior, visto que atualmente no mundo só oito países falam o português como idioma oficial, embora outros usem a língua portuguesa não oficial: Portugal, Guiné-Bissau, Angola, Cabo Verde, Brasil, Moçambique, Timor Leste, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial, são os países conhecidos. Mesmo assim, a língua portuguesa é a quinta mais falada no mundo e a terceira na parte ocidental. Em todo o mundo, atualmente 250 milhões de pessoas falam a língua portuguesa, e o Brasil entra com 80% nesse total. Na região do Mercosul é obrigatório nas escolas o ensino de português. Salve a língua portuguesa. Viva a nossa língua-mãe. Parabéns pelo seu dia. (Raimundo Silva)



Curiosidades sobre a data:


- 10 de junho

A data é comemorada nos países lusófonos, mas a determinação legal é uma homenagem da Assembleia da República (o que corresponde, em Portugal, à nossa Câmara dos Deputados). O dia, escolhido em 1981, homenageia o poeta Luiz Vaz de Camões, autor de Os Lusíadas.

- 5 de novembro

A Lei nº 11.310, de 12 de junho de 2006, institui o Dia Nacional da Língua Portuguesa. A lei brasileira é uma homenagem ao escritor e político Ruy Barbosa, nascido em 5 de novembro de 1849. Ruy era conhecido por ser um profundo estudioso do idioma nacional.

Nesta data significativa, postamos alguns vídeos que

evidenciam a importância da nossa Língua Portuguesa.






Texto de Pinho Neno



fonte: allesblau, youtube, https://www.facebook.com/raimundo.silva.oficial, http://ail-ita.blogspot.com.br/

terça-feira, 23 de maio de 2017

Convite para o Concurso de Poesia e Oratória Elieser Farias


Academia Itacoatiarense de Letras, apresenta a premiação do II - Concurso de Poesia falada e Oratória Elieser Farias

 


O evento acontecerá nesta quarta-feira (24/05), as 19h no auditório da Escola Estadual Vital de Mendonça. Você esta convidado(a) a participar e prestigiar a cultura itacoatiarense!

Mais uma realização da Academia Itacoatiarense de Letras, com apoio da Prefeitura de Itacoatiara, através da Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Eventos, Governo do Amazonas - SEDUC/CREI  - Escola Estadual Vital de Mendonça e Nacional Celular.

PARTICIPE! PRESTIGIE OS NOVOS TALENTOS DA CULTURA ITACOATIARENSE!

Grupo de alunos de Rio Preto da Eva, visitam a Biblioteca Anísio Jobim e os pontos turísticos de Itacoatiara.

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sentadas, tabela e área interna

Estudantes do Município de Rio Preto da Eva coordenados pelas professoras Ozineide e Sandra Lucia (SEDUC), visitaram a Biblioteca Municipal Anísio Jobim, localizada na Casa da Cultura (PMI - Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Eventos), onde estiveram em um ônibus do município vizinho, fazendo pesquisa de campo sobre a historiografia local e sobre o FECANI. Professores e alunos foram guiados por funcionários da SEMCTUR, realizaram uma visitação turística pela cidade, contemplando os pontos turísticos, paisagísticos e culturais da Velha Serpa.


fonte: Edição e Imagens - SEMCTUR, texto Thyrso Munoz - 

sábado, 13 de maio de 2017

ACADEMIA ITACOATIARENSE DE LETRAS FAZ PROGRAMAÇÃO EM HOMENAGEM AO DIA DAS MÃES





129 anos de abolição da escravidão no Brasil



No dia 13 de maio de 1888, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, um dispositivo legal de apenas dois parágrafos que, formalmente, acabou com a escravidão no Brasil. Em 1850, foi promulgada uma lei que extinguia o tráfico internacional de escravos para o Brasil.

Frank Chaves e Raimundo Silva, ganham a presidência da Academia Itacoatiarense de Letras - AIL.

















Na manhã deste domingo (07/05), ocorreu a eleição para a escolha da nova presidência da Academia Itacoatiarense de Letras. Concorreram o atual vice-presidente da entidade Thyrso Munhoz, para presidente e Claudemilson Oliveira como vice. A chapa concorrente, foi liderada pelo historiador Frank Chaves com o Dr. Raimundo Silva como Vice-presidente. Após uma apuração bastante disputada, o acadêmico Frank Chaves foi eleito presidente, juntamente com seu vice o Dr. Raimundo Silva, que tomarão posse no próximo dia 20 de maio. Cultura presente e maior interlocução com a comunidade, foi o slogan da chapa vencedora!