Quando decidi reformar o prédio, onde será a sede da Academia Itacoatiarense de Letras, ela foi um dos poucos membros que ficou do meu lado. Mesmo em uma cadeira de rodas, ela me ajudou a comprar tinta, massa corrida, pincel, levou lanche para os trabalhadores, pediu doações. Uma vez pensei abandonar tudo e nunca mais voltar a Itacoatiara. Sua humilde mas importante ajuda me fez mudar de opinião.
No próximo dia 15 de novembro, a Academia ganhará sede própria; e Itacoatiara, um grande presente. Por isso, vou homenagear Auricélia Fernandes, para que sirva de exemplo aos omissos e aos que não acreditam no impossível.
Francisco Calheiros

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